domingo, 27 de setembro de 2015

Desabafos de Roger Moreira

ROGER MOREIRA ESCLARECE: " O TEXTO PUBLICADO NÃO É DE MINHA AUTORIA"; embora concorde com ele

No seu tweeter e facebook o Cantor Roger Moreira (Ultraje à Rigor) repercutiu a matéria publicada no nosso blog e em vários outros da região e do Brasil.

Sobre o texto:

Embora concorde com o texto, ele não é meu; conclui Roger. 

Esse texto foi publicado no painel do leitor do Diário de São Paulo de 28/05/13, cuja autoria é de uma pessoa com nome "parecido" ao do líder da Banda Ultraje a Rigor.

                                     PESQUISAMOS E ENCONTRAMOS A CARTA

Veja esta carta publicada  DIÁRIO DE SÃO PAULO, de 28/05/2013: 

LUTA CONTRA A DITADURA NÃO TEVE O FINAL ESPERADO: 

Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. são João em direção a Praça Antonio Prado e à Praça da Sé. Participei das perigosas assembleias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados. Arrisquei o emprego, pichei muro com os slogans "Abaixo a Ditadura". Distribui panfletos. Morri de medo. Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões. Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$10, pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, a polícia corrompida, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos... Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz... Deveria ter ficado em casa. 

Rogério Moreira, São Paulo, Capital. 

DO BLOG: Repercuti essa matéria que li em vários blogs por se tratar de uma carta muito interessante e cuja autor citado, até então, tratava-se de um figura pública nacional e pela qual, não somente eu, mas grande parte dos brasileiros, nutre grande simpatia e admiração. Tudo esclarecido um abraço ao Roger e a todos brasileiros.

Jânio Melo 

quinta-feira, 30 de julho de 2015


Claudio Tognolli

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