Interferir constantemente para "amaciar" o mundo para a criança é uma forma garantida de diminuir a autoconfiança do seu filho. Ao ser superprotetora, você está enviando a seguinte mensagem para seu filho: você é incapaz de resolver as coisas por si só. Além disso, a criança passa a ter tanto medo de coisas e situações novas quanto você.
Em crianças mais velhas, o fato de ter um pai ou uma mãe superprotetores não é compreendido como uma demonstração de amor e preocupação. Elas entendem isso como uma falta de confiança na sua própria capacidade – e este ‘rótulo’ pode ter sérias conseqüências na idade adulta.
Você pode ser considerado superprotetor(a) quando:
• Acredita que qualquer tipo de atividade física pode machucar seriamente seu filho (até mesmo atravessar uma rua tranqüila).
• Em situações do dia-a-dia (p.ex.: uma excursão supervisionada da escola) fica mais ansioso que seu filho, com medo de que algo dê errado ou de que a criança vá ser seqüestrada.
• Gruda no seu filho durante qualquer brincadeira, dando orientações para que ele não se machuque.
• Não permite que a criança se envolva em atividades que possuam até mesmo um risco mínimo de acidentes (p.ex.: brincar de pique esconde).
• Em situações do dia-a-dia (p.ex.: uma excursão supervisionada da escola) fica mais ansioso que seu filho, com medo de que algo dê errado ou de que a criança vá ser seqüestrada.
• Gruda no seu filho durante qualquer brincadeira, dando orientações para que ele não se machuque.
• Não permite que a criança se envolva em atividades que possuam até mesmo um risco mínimo de acidentes (p.ex.: brincar de pique esconde).
• Se você acredita que está sendo superprotetora, aqui vão algumas dicas para lidar com o problema:
• Primeiro passo: confirme sua suspeita. Pergunte a alguns amigos ou parentes se eles acham você superprotetor. Se a resposta for positiva, não vá discutir tentando convencer o contrário.
• Segundo passo: OUÇA seu filho. Converse com ele. Explique que toda sua preocupação vem do amor que você sente por ele, e que você confia na capacidade dele para vencer certos desafios. Mostre os perigos envolvidos em determinadas atividades e entre em um acordo sobre o que deve ser feito se algo der errado.
• Proibir seu filho de fazer uma certa atividade é um direito seu. Não menospreze o peso da sua experiência. É óbvio que a capacidade de julgamento dos pais é superior a dos filhos, e o que é seguro para uma criança, pode não ser para outra. Desde que você explique isso para seu filho – e sem exageros -, não haverá problema.
• Tudo bem, supervisionar seu filho é o melhor remédio para mantê-lo a salvo. Concordo com isso. Mas saiba que mantê-lo sob sua vigilância 100% do tempo também é a receita para produzir um adulto inseguro. Use sua inteligência para encontrar o equilíbrio.

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